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coleção - 1

// DEJANIRA C DA SILVA

Esposa e mãe de pescadores. Hoje, 2020, com 70 anos, é uma das mais antigas moradoras e pescadoras da vila.

 

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// DAGMAR DOS SANTOS

Nasceu  em Luís Correia em 1964. Tem sua vida atravessada pelos modos de saber fazer associados à pesca artesanal. Mulher de pescador é ela quem fica a cuidar da casa, das duas filhas e hoje de um neto. Quando da chegada do marido do mar, trata e vende os peixes para os moradores locais em sua própria casa.

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// TERESA DA ROCHA OLIVEIRA

Filha de pescador. Nasceu no Maranhão e há mais de 20 anos reside na vila-bairro Coqueiro da Praia. Pesca desde criança quando trabalhava na rocha e pescava no riachos, rios, igarapé, de rede, linha, landuá, choque.

 

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// Mércia mª de v de a botelho SANTOS

Nasceu  no Rio Grande do Norte, com 2 meses de idade  os pais vieram residir na vila de pescadores artesanais de Luís Correia. Hoje com 85 anos . Tem sua vida atravessada pelos modos de saber fazer associados à pesca artesanal. Fila e Mulher de pescadores, que trouxeram para o lugar as artes de pesca associadas aos currais de pesca .

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// maria GORETE lima

[...] Sinto saudade e vou dizer de novo, saudade muito grande da minha infância, do meu lugarzinho do jeito que era. Eu sinto saudade porque a gente brincava, a gente podia sair[...]as casas eram casinhas de palha, parecendo umas tocazinhas de índio[risos]. A minha inclusive era uma. E quem chegava na entrada daquele colégio à noite, já via aquela minha casinha que era lá em cima por um buraco[...] (Maria Gorete Lima em entrevista concedida a Cássia Moura e Hanna Alves em 21 de jan. de 2020)

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// lana Raquel

A minha infância foi mais dentro dos barcos, comendo cuscuz que era bom, conhecendo os pescadores e ajudando meu pai... pegando sacola, abrindo sacola, pega o peixe, pesa o peixe e foi assim. Foi muito bom graças a Deus[...]A gente pega a rede, bota uma pontinha no pé e outra na mão e vai andando até mais ou menos a água aqui no pescoço e vai arrastando. Um lá e o outro fica aqui( gesticula com os braços explicando a distância entre as pessoas)., ai depois fecha a rede e traz para a beira da praia para ver o que pegou, as vezes não pega nada, mas outras vezes pega[...](Lana Rachel em entrevista a Cássia Moura, Áurea Pinheiro e Hanna Alves em 22 de jan. de 2020)

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A missão do Museu da Vila e do Museu Virtual é ser um espaço de trabalho de memórias, de narrativas da vida cotidiana de comunidades ribeirinhas, praieiras e deltaicas, que habitam um território singular, o único delta a desaguar em mar aberto das Américas.  

A primeira coleção do Museu Virtual Povos do Delta será formada pelas histórias de vida de 6 mulheres que vivem há mais de 20 anos na vila-bairro Coqueiro da Praia, que têm suas vidas atravessadas pelos modos de saber-fazer das artes de pesca artesanal.